A espera finalmente acabou. Ontem, 27 de fevereiro de 2026, a Capcom lançou globalmente Resident Evil 9: Requiem. O nono capítulo da franquia principal chega com a promessa de ser o título mais ambicioso da série até agora, misturando o terror claustrofóbico de RE7 com a ação desenfreada que consagrou Leon S. Kennedy.
O Retorno a Raccoon City?
A grande surpresa (e que já está gerando debates acalorados nos fóruns) é o cenário. O jogo nos leva de volta às ruínas de Raccoon City em outubro de 2026, 28 anos após a destruição original. Mas não se engane: a cidade não é mais a mesma, e novos segredos biológicos surgiram das cinzas.
Dois Protagonistas, Dois Estilos
- Grace Ashcroft: Uma analista do FBI que traz um gameplay focado em investigação, quebra-cabeças complexos e recursos escassos. É o puro suco do survival horror.
- Leon S. Kennedy: O veterano retorna com um visual mais maduro (o famoso “tiozão gato”) e um estilo de jogo focado em ação tática, enfrentando ameaças que exigem reflexos rápidos.
Tecnologia de Ponta
O jogo é o primeiro da franquia desenhado exclusivamente para a nona geração (PS5, Xbox Series X/S e PC), além de ser um título de lançamento para o novo Nintendo Switch 2. A iluminação dinâmica e o áudio 3D tornam a exploração do hotel Wrenwood uma das experiências mais assustadoras da década.
“Requiem não é apenas um jogo; é uma carta de amor aos fãs que estão com a franquia desde 1996, mas que não têm medo de inovar.” — Crítica da IGN.
Vale a pena jogar?
Se você busca uma narrativa densa que conecta pontas soltas de quase 30 anos de história, a resposta é sim. O sistema de troca de perspectiva entre Grace e Leon dá um fôlego novo à jornada, permitindo que você veja o horror por dois ângulos diferentes.
E você? Já começou a sua jornada pelas ruínas de Raccoon City ou está esperando o primeiro patch de correção?
Cuidado com os spoilers nos comentários, mas conta pra gente: o que achou do novo visual do Leon?

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